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Rússia ataca central elétrica de Kharkiv após Trump anunciar cessar-fogo energético

Sete legisladores dos EUA condenaram o acordo de Trump para levantar sanções à Rússia, e a Rússia atingiu uma central elétrica de Kharkiv depois de ele ter anunciado um cessar-fogo energético, noticiou o The Hill.

12/10/2026, 07:26 UTC3 min de leitura2 Fontes

Os factos

  • A Rússia atingiu duas vezes uma central termoelétrica em Kharkiv, no leste da Ucrânia, e esta estava em chamas, disse um responsável local à ABC News, segundo o The Hill.
  • Trump anunciou um "cessar-fogo energético" entre a Ucrânia e a Rússia a 11 de outubro, noticiou o The Hill.
  • O acordo levantaria as sanções à Rússia, permitiria a entrada do seu petróleo na economia global e do seu gasóleo nos mercados dos EUA e globais, segundo o The Hill.
  • Sete legisladores da Comissão de Relações Exteriores do Senado condenaram o acordo numa declaração bipartidária, noticiou o The Hill.
  • Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE estavam a negociar um novo pacote de sanções contra a Rússia no Luxemburgo, noticiou o Politico Europe.

A Rússia atingiu uma central termoelétrica na cidade de Kharkiv, no leste da Ucrânia, depois de o presidente Trump ter anunciado um "cessar-fogo energético" entre a Ucrânia e a Rússia, segundo o The Hill. Um responsável local que falou com a ABC News disse que a central foi atingida duas vezes e estava em chamas, noticiou o The Hill. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou o ataque, segundo o The Hill. O The Hill noticiou que o ataque contradizia o anúncio de Trump, feito mais cedo a 11 de outubro, de que ambos os países tinham concordado com o cessar-fogo.

Trump anunciou o "cessar-fogo energético" a 11 de outubro, noticiou o The Hill. O Politico Europe noticiou que não é claro o que os dois países sabem efetivamente sobre o cessar-fogo. Trump tinha anteriormente aliviado as sanções à Rússia para atenuar a pressão interna decorrente da subida dos preços do petróleo, noticiou o Politico Europe.

O acordo levantaria as sanções à Rússia e permitiria o fluxo do seu petróleo para a economia global, segundo o The Hill. O The Hill noticiou que o acordo levaria a Rússia a "disponibilizar imediatamente 300.000 toneladas de gasóleo para responder às preocupações com o aumento dos custos da energia devido à escassez global de combustível". O The Hill noticiou uma crescente reação contra o acordo a 11 de outubro, antes de Trump anunciar o cessar-fogo.

Um grupo bipartidário de sete legisladores da Comissão de Relações Exteriores do Senado condenou o acordo, noticiou o The Hill. Os legisladores disseram que o Congresso proibiu explicitamente as importações de energia russas em 2022 para impedir que dólares americanos financiassem Putin, segundo o The Hill.

O Politico Europe noticiou que, depois de Zelensky ter criticado Trump por causa do alívio das sanções, Trump disse que a Ucrânia precisa de um novo presidente. Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE estavam a reunir-se no Luxemburgo para negociar um novo pacote de sanções contra a Rússia, noticiou o Politico Europe.

Contexto

Os legisladores disseram que o Congresso proibiu as importações de energia russas em 2022, segundo o The Hill. O acordo de Trump levantaria essas sanções e permitiria a entrada de petróleo russo na economia global e de gasóleo nos mercados dos EUA e globais, noticiou o The Hill. O Politico Europe noticiou que o alívio das sanções pretendia atenuar a pressão interna nos EUA decorrente da subida dos preços do petróleo.

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