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Pentágono eleva para 21 o número reconhecido de militares dos EUA mortos na guerra com o Irão

O Pentágono afirma agora que 21 militares norte-americanos morreram na guerra com o Irão, incluindo duas mortes não relacionadas com o combate, enquanto os democratas da Câmara dos Representantes dizem que o Congresso pressionou para que a correção fosse feita.

11/10/2026, 18:21 UTC2 min de leitura2 Fontes
O presidente dos EUA, Donald Trump, saúda durante uma cerimónia militar ao ar livre, ladeado por dois militares de uniforme de gala a usar bonés de pala. Em primeiro plano, à direita, é visível uma bandeira americana dobrada, como é habitual durante transferências dignas que homenageiam militares caídos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, saúda durante uma cerimónia militar ao ar livre, ladeado por dois militares de uniforme de gala a usar bonés de pala. Em primeiro plano, à direita, é visível uma bandeira americana dobrada, como é habitual durante transferências dignas que homenageiam militares caídos.Foto: AP

Os factos

  • O Pentágono afirma agora que 21 militares norte-americanos morreram em ligação com a guerra com o Irão, noticiou o Der Spiegel em 11 de outubro de 2026.
  • Um responsável governamental disse que as duas mortes agora acrescentadas não foram mortes em combate: uma foi um suicídio e a outra ocorreu sem ação do inimigo, noticiou o Der Spiegel.
  • O New York Times noticiou que a alteração não foi anunciada e que o Departamento de Defesa está agora a reconhecer militares que morreram ou ficaram feridos em funções de apoio.
  • O Washington Post noticiou que os dois militares morreram em março e em setembro, noticiou o Der Spiegel.
  • O Pentágono disse que um total de 865 militares norte-americanos ficaram feridos na guerra, noticiou o Der Spiegel.

O Pentágono elevou para 21 o número de militares norte-americanos que diz terem morrido em ligação com a guerra com o Irão, noticiou o Der Spiegel em 11 de outubro de 2026. O New York Times noticiou que a alteração não foi anunciada e que o Departamento de Defesa está agora a reconhecer militares que morreram ou ficaram feridos em funções de apoio.

Um responsável governamental disse que as duas mortes agora acrescentadas não foram mortes em combate, segundo o Der Spiegel. Uma pessoa morreu por suicídio e outra morreu sem ação do inimigo, disse o responsável. As circunstâncias das mortes não eram inicialmente conhecidas, noticiou o Der Spiegel.

O Washington Post noticiou que os dois militares morreram em março e em setembro, segundo o Der Spiegel. O Pentágono disse que um total de 865 militares norte-americanos ficaram feridos na guerra, noticiou o Der Spiegel.

Os principais democratas na Câmara dos Representantes dos EUA disseram que o acréscimo foi uma correção feita sob pressão do Congresso, noticiou o Der Spiegel. Adam Smith, o principal democrata na Comissão das Forças Armadas da Câmara, e a deputada Chrissy Houlahan disseram num comunicado: "Não há desculpa para um erro desta magnitude", segundo o Der Spiegel. Os dois criticaram também o secretário da Defesa, Pete Hegseth. Disseram que a sua falha em resolver o problema imediatamente foi "um duro golpe para os homens e mulheres que arriscam a vida ao serviço do nosso país", segundo o Der Spiegel.

Contexto

Segundo as fontes, os Estados Unidos estão em guerra com o Irão, e militares norte-americanos foram mortos e feridos, incluindo em funções de apoio. O New York Times noticiou que o Pentágono aumentou mais do que uma vez o número de baixas reconhecido, e que a última alteração não foi anunciada.

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