The Social Reckoning, de Aaron Sorkin, recebe críticas mistas dos críticos
Críticos do The Verge e do The Guardian fizeram avaliações mistas do filme de Aaron Sorkin sobre a denunciante do Facebook Frances Haugen, protagonizado por Mikey Madison e Jeremy Strong.
Os factos
- The Social Reckoning é escrito e realizado por Aaron Sorkin e tem 112 minutos, segundo o The Verge.
- Mikey Madison interpreta a denunciante Frances Haugen e Jeremy Strong interpreta Mark Zuckerberg, segundo o The Verge e o The Guardian.
- O The Verge disse que o filme é "um thriller morno" que não tem a energia de A Rede Social.
- O The Guardian disse que o estilo de Sorkin é "nervoso, divertido, sincopado" e que Zuckerberg é "quase uma participação especial".
- Ambas as críticas foram publicadas em 7 de outubro de 2026.
The Social Reckoning é escrito e realizado por Aaron Sorkin e tem 112 minutos, segundo o The Verge. O The Verge noticiou que o filme é apresentado como uma peça complementar de A Rede Social, e não como uma sequela direta. Acompanha a denunciante do Facebook Frances Haugen, interpretada por Mikey Madison, e o repórter do Wall Street Journal Jeff Horwitz, interpretado por Jeremy Allen White, noticiou o The Verge.
O The Verge disse que o filme é "um thriller morno" que não tem a energia propulsora de A Rede Social. O The Verge noticiou que o filme "faz um excelente trabalho ao apresentar a nossa realidade atual como o resultado final de acontecimentos que Zuckerberg e o Facebook ajudaram a facilitar", mas afirmou que "ainda parece uma longa-metragem que chega um pouco tarde demais para ter um impacto significativo". Segundo o The Verge, Sorkin concentra-se mais no atrito entre os media tradicionais e os gigantes tecnológicos do que em Zuckerberg, embora Zuckerberg tenha grande presença no filme.
O The Guardian disse que o estilo de Sorkin é "nervoso, divertido, sincopado" e "inconfundível". O The Guardian noticiou que Jeremy Strong interpreta Zuckerberg como "basicamente mau, mas também estranhamente lento a falar", e disse que a personagem é "quase uma participação especial". O The Guardian afirmou que o filme não diz a palavra "Trump" e "recusa-se, de forma bastante covarde, a especificar a atividade da MAGA".
O The Guardian noticiou que o filme conta a história de como, em 2021, Haugen e Horwitz desafiaram o império Facebook de Zuckerberg. O The Verge noticiou que o filme começa em 2019, quando Haugen trabalha como gestora de produto na equipa de integridade cívica do Facebook. Segundo o The Verge, Haugen recorre a Horwitz depois de concluir que mais ninguém na empresa falará sobre o foco de Zuckerberg em aumentar o envolvimento.
A Rede Social estreou-se em 2010 e foi escrito por Sorkin e realizado por David Fincher, segundo o The Verge. O The Guardian noticiou que contou com Jesse Eisenberg no papel de Zuckerberg. O The Verge noticiou que Zuckerberg disse em 2014 que ficou magoado com a forma como o filme o retratou, e que Fincher disse que "lamentava que assim fosse".
Contexto
Quando A Rede Social estreou em 2010, muitas pessoas ainda viam Zuckerberg como um génio que tinha revolucionado o mundo ao criar o Facebook, noticiou o The Verge. O The Verge noticiou que o guião de Sorkin para esse filme era crítico em relação ao carácter de Zuckerberg e à sua abordagem aos negócios, mas também ajudou a mitificá-lo.
Como os media titularam
Como foi feito
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